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A startup unicórnio

A forma de um unicórnio é conhecida pelo imaginário comum. Uma criatura branca em forma de cavalo, provido de um longo chifre em espiral no topo da cabeça, entre os olhos. Nunca nenhum humano se deparou com esse ser mitológico, mas todos conhecem sua forma. A novidade é que eles existem, ao menos é o que acreditam aqueles que optam por investir em startups.

Grandes negócios, com ideias inovadoras, retorno altíssimo e crescimento vertiginoso. É essa a descrição de uma startup unicórnio. Imagina-se que existam pouco mais de 150 empresas que atendam esses requisitos atualmente. Nomes como Uber e Snapchat fazem parte desta restrita lista que carrega em sua maioria iniciativas ligadas ao setor de tecnologia.

Difíceis de serem capturadas, essas startups reúnem uma série de características particulares como, por exemplo, oferecerem soluções claras para o público alvo e maturidade para os negócios. Em todo caso, não faltam boas oportunidades para serem levadas em consideração e que atendem bem esses requisitos. Para quem busca investir, no entanto, é preciso ir além do caráter inovativo.

Apesar da excitação inicial ao vislumbrar uma chance de investimento, é fundamental manter os pés no chão. Estar resguardado por uma assessoria jurídica e contábil pode confirmar a integridade da aplicação. A análise de pendências e certidões deve ser realizada com muita atenção. Além disso, a averiguação da propriedade intelectual e o planejamento tributário para o retorno do investimento são outros aspectos que merecem cuidado, especialmente para evitar o “derretimento” do investimento.

Casos que envolvam problemas com o cumprimento de obrigações trabalhistas e recolhimento incorreto de tributos podem sinalizar para um negócio de alto risco.

Seja a startup um unicórnio do mundo dos negócios ou não, o conselho é um só: manter os sentidos em estado de alerta, visando oportunidades alinhadas com as expectativas do investidor e, claro, com o suporte especializado para assegurar todo esse processo.

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