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Nem os grandes resistem à crise

Há muito não é possível abrir o jornal ou assistir ao noticiário sem se deparar com informações desanimadoras relacionadas à economia. O cenário não é positivo em diversos países, no entanto, o Brasil experimenta um retrocesso amargo após um longo período de calmaria. Para ter uma ideia da atual situação, o varejo teve o pior ano em mais de uma década e nem mesmo os gigantes do ramo saíram ilesos. Sendo assim, quem busca atravessar esse momento necessita de apoio e orientação especializada.

Somente em 2016 foram 108,7 mil pontos de venda fechados, um resultado como esse não era registrado desde 2005. Os mais atingidos foram os setores de hiper e supermercado, seguido por vestuário e material de construção. Por porte, a crise atingiu mais de 72 mil micro e pequenas empresas, responsáveis em 2015 por 98,6% dos pontos de venda do varejo. Os tempos também se tornaram instáveis para os grandes negócios. Com importantes redes sendo fechadas ou reduzidas, sendo que mais de 23,5 mil lojas não conseguiram sobreviver até a chegada de 2017.

Mesmo com 19 novos shoppings sendo abertos no país, por exemplo, a taxa de ocupação média dos empreendimentos não superou 50%. Dados que acusam para outros grandes problemas: demissões, fechamento de postos de trabalho, diminuição do poder de compra da população e, para as empresas, preocupação com rescisões, burocracias administrativas e o estresse de tentar encontrar alternativas para a falência.

Analisando todo esse contexto, é fundamental tanto para os que já precisaram tomar a difícil decisão de encerrar as atividades, quanto para os que ainda lutam na expectativa da retomada de crescimento, buscar apoio. A ajuda contábil e jurídica especializada nesses casos pode contribuir para que a empresa volte aos trilhos, acompanhando o crescimento esperado para a economia nos próximos meses ou, nos casos mais severos, contribuindo para que os problemas causados pela crise não se arrastem por anos.

Dos grandes grupos econômicos aos pequenos empresários, todos sentiram as agruras dos últimos tempos. Por fim, o momento é delicado, mas saídas são possíveis, ainda mais com suporte qualificado. Para tanto, é imperativo agir.

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