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O bom momento para a renegociação de débitos

Os últimos dois anos foram bastante difíceis para consumidores e empresas. Muitos não conseguiram sobreviver apenas com o capital próprio, tendo que recorrer a empréstimos e parcelamentos, assim como tantos outros não arcaram com os pagamentos com os quais tinham se comprometido.

O impulso nas compras de bens duráveis, como casas, automóveis e eletrodomésticos, incentivado pelo governo em 2013 e 2014 para tentar frear a crise que se aproximava, somado ao desemprego e à estagnação da economia nos anos seguintes, fez com que o planejamento financeiro de muitos cidadãos e companhias fossem desintegrados.

O fim do ano está chegando! E esse é o melhor momento de 2016 para tentar renegociar dívidas atrasadas, já que, nessa época, normalmente, as grandes empresas e os bancos abrem condições diferenciadas para regularizar débitos inadimplidos. Isso ocorre para que eles possam aumentar a lucratividade ou diminuir os prejuízos enfrentados durante o exercício, melhorando os resultados e o valor das ações na Bolsa de Valores.

No entanto, é importante esclarecer que para, aproveitar essa oportunidade, será necessário fechar as renegociações e realizar o pagamento da primeira parcela até o último dia útil do ano, 30 de dezembro. Assim, os benefícios contábeis das empresas credoras podem ser aproveitados ainda em 2016, tornando imprescindível que as propostas sejam formuladas até o início do mês de dezembro. Somente desse jeito será viável concluir o processo sem sobressaltos.

É fundamental, também, ressaltar que toda a negociação de dívidas vencidas deve envolver um planejamento financeiro prévio, para verificar se o compromisso a ser assumido está dentro do orçamento da família ou da empresa, evitando, dessa forma, inadimplência futura do débito renegociado. Outro ponto crucial é ter o acompanhamento de uma assessoria jurídica ou de órgãos de defesa do consumidor, para que não haja a cobrança de taxas abusivas pelos credores.

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